Oscilação do presidente na margem de erro mantém Lula confortável na frente. E confirma opinião dos analistas de que a eleição é tensa nas ruas mas entediante nas sondagens.

A primeira sondagem divulgada após os comícios de Jair Bolsonaro (PL) nos festejos dos 200 anos da independência do Brasil aponta para uma subida de dois pontos, de 32 para 34%, do candidato à reeleição, dentro, por isso, da margem de erro.
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Lula da Silva (PT), de acordo com o instituto Datafolha, manteve os mesmos 45% da última avaliação. Os dados confirmam duas ideias consolidadas dos analistas: apesar de anormalmente tensa, a eleição de 2 de outubro é a mais previsível dos últimos anos; e Bolsonaro cresce demasiado devagar para atrapalhar a liderança de Lula mas o suficiente para, à partida, obrigar a segunda volta, dia 30.