PDF: Versão Integral do PLATAFORMA às sextas-feiras nas bancas em Macau
A abertura de Hengqin aos estrangeiros de Macau consolida o papel da RAEM como ponte entre o ocidente e a China. Produtos lusófonos e o setor MICE poderão beneficiar da nova medida, mas as restrições pandémicas continuam a ser o grande obstáculo
Manchete: Livre circulação Macau-Hengqin dá “o primeiro passo”
Outros destaques nesta edição:
Guilherme Rego – Escreve esta semana sobre a dificuldade dos estrangeiros de Macau em progredir no elevador social. Realça ainda o papel da Grande Baía e de Hengqin como polos de possível atração e melhoramento económico da Região. Deixa o alerta para a cidade assegurar o contexto atual para haver melhorias no futuro.
Editorial: Começar do zero
Paulo Rego – Escreve esta semana sobre as eleições de Angola e o papel que o falecimento de José Eduardo dos Santos teve na ascensão da UNITA. Analisa também a falta de crescimento sustentável do país lusófono. Sublinha que o índice de disrupção social pode aumentar.
Sinais: Pesos e medidas
Na competitividade com regiões vizinhas, o regime fiscal pesado do jogo em Macau é uma desvantagem. Nesse sentido, académicos abordam os complementos turísticos que se devem dar à indústria e à cidade para dominar o mercado regional
Destaque: Conseguirá Macau continuar a dominar a indústria do jogo?
O Brasil é refém do crescimento económico chinês. Economistas explicam que o país sul-americano tem de qualificar as suas exportações e olhar para novos mercados se quiser fortalecer a sua independência económica
Destaque: Com Bolsonaro ou Lula, China tem de continuar a ser a aposta