Em vários países utiliza-se um farmacêutico para 50 camas e um auxiliar de farmácia, que é o técnico médio, para 10 camas. No nosso sistema de saúde não seguimos muito a risca estes padrões. Em entrevista exclusiva ao Jornal de Angola, a doutora Esperança Dores dos Santos Pacavira Fernandes, pós-graduada e mestre em Gestão de Saúde, faz uma abordagem exaustiva acerca da gestão de reservas em farmácias hospitalares e normas de funcionamento deste importante serviço
Quando se fala em gestão de reservas em farmácia hospitalar o que é que isso quer dizer exactamente?
A gestão de reservas, em farmácias hospitalares, é o conjunto de actividades desenvolvidas nas farmácias. O seu cabal funcionamento requer a utilização de técnicas apropriadas, definição de parâmetros, instalações adequadas para as reservas, manuseio, controlo e distribuição, de acordo com as necessidades dos usuários. A inexistência de uma percepção correcta, em relação a estas necessidades, torna praticamente impossível, a qualquer unidade hospitalar, prestar aos utentes o tipo de serviço que devem receber. A gestão de reservas em farmácia hospitalar representa um factor determinante para a melhoria da qualidade de serviço ao paciente. Uma área de administração hospitalar, cujo desempenho tem reflexos imediatos no quadro orçamental das unidades hospitalares.
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