"Não espero, nem desejo que o próximo Orçamento seja rejeitado" - Plataforma Media

“Não espero, nem desejo que o próximo Orçamento seja rejeitado”

Em entrevista à TSF e ao DN, Marcelo Rebelo de Sousa admite que exista uma leitura “nacional” das próximas eleições autárquicas mas avisa que a instabilidade vai depender dos líderes partidários.

Em entrevista à TSF e ao Diário de Notícias, o Presidente e candidato adianta que o tom de um segundo mandato depende da força do Governo e do Parlamento que o apoia.

Marcelo Nuno Duarte Rebelo de Sousa nasceu em Lisboa, tem 72 anos, é licenciado em Direito com doutoramento em Ciências Jurídico-Políticas. Foi professor universitário, jornalista, comentador e, na política, deputado, secretário de Estado, ministro e líder do PSD. É o atual Presidente da República, concorrendo a um segundo mandato.

O Estado falhou na preparação da segunda vaga da pandemia, nomeadamente nas medidas que foram adotadas para o Natal?

Em primeiro lugar, deixem-me agradecer esta oportunidade de matar saudades em relação à TSF. Não esqueço que durante anos aqui trabalhei, e guardo as melhores recordações; e, também, de alguma colaboração pontual, infelizmente fugaz, com o Diário de Notícias, que saúdo vivamente pelo reaparecimento da edição de papel. Estão de parabéns e estamos de parabéns a vários títulos. Como eu tive ocasião de dizer numa entrevista há um mês e meio à RTP, num momento também particularmente relevante – foi no próprio dia em que ouvi os partidos para uma renovação do estado de emergência -, houve uma realidade que concentrou as atenções nos meses de junho, julho e agosto dos decisores sanitários e dos decisores políticos que foi a realidade da Grande Lisboa que, de repente apareceu em toda a sua expressão: os números no norte e no centro caíram e ficou Lisboa num planalto muito elevado que depois subiu.

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