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Movimentos lutam por mais negros nos bastidores dos museus e das galerias no Brasil

Clara Balbi

Iniciativas atuam não só junto a instituições, como também no mercado de arte e nas redes sociais

Nos últimos anos, os holofotes das artes plásticas parecem ter se voltado de vez para a representatividade —e as questões dos negros, junto com as das mulheres, dos indígenas e outros, passaram a pautar boa parte das exposições do circuito.

Mas enquanto os debates sobre racismo só fizeram ganhar força nas paredes de museus e galerias, nos seus bastidores a ausência de profissionais negros é visível.

Um levantamento realizado pelo artista, curador e pesquisador Alan Ariê no ano passado mostrou que, dos mais de 600 artistas representados por galerias em São Paulo, só 5% são pretos ou pardos.

Um mapeamento que está sendo realizado via redes sociais pela educadora, curadora e pesquisadora Luciara Ribeiro identificou até agora 76 curadores pretos ou pardos de um total de 300 que atuam na área no país, ou cerca de 25%.

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