Sufrágio autárquico brasileiro marcado para 15 de novembro será, como sempre, um desfile de candidatos exóticos com alcunhas mais ou menos doidas inspiradas em políticos, em super-heróis, em Deus e no diabo.
Mesmo atrasadas por causa da pandemia, as eleições municipais no Brasil estão à porta. E, como de costume, entre o meio milhão de candidatos a prefeitos e vereadores, imperam as alcunhas curiosas.
Para se ter uma noção, só Bolsonaros concorrem 84. Dos quais apenas três, uma ex-mulher, um primo e um filho do presidente têm, de facto, o apelido no nome.
Há três Trumps – um deles, concorrente em Brusque, no estado de Santa Catarina, apresenta-se nas urnas com duas alcunhas acumuladas, é o Donald Trump Bolsonaro.
Mas o presidente do Brasil perde para um dos seus antecessores, Lula, nome escolhido por 185 candidatos. E até para um deputado, Tiririca, o palhaço que se elegeu para Brasília em 2010 sob o slogan “vota em mim, pior do que está, não fica”. Serão 99 Tiriricas nas municipais de 15 de novembro.
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