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O santuário natural onde o mico-leão-dourado ‘ressurgiu das cinzas’

Márcia Carmo

Quase todos os dias, a bióloga Andréia Martins percorre reservas de Mata Atlântica assobiando um som similar ao do mico-leão-dourado. O pequeno primata de juba alaranjada esteve bem próximo da extinção há cerca de 40 anos.

Hoje, ele prospera em um conjunto de reservas naturais entre os municípios de Silva Jardim e Casimiro de Abreu, no Estado do Rio de Janeiro, região onde a espécie é endêmica. O assobio de Andréia ajuda a localizar um animal sozinho ou uma família inteira para saber que estão em seu território, um lugar seguro.

Os pequenos primatas também podem ser encontrados com gravações que reproduzem suas vocalizações. Ou ainda pelo sinal transmitido por um colar colocado em um integrante de cada grupo que habita a área e que é captado por uma antena da Associação Mico-Leão-Dourado (AMLD), na qual Andréia trabalha.

Leia mais em Folha de S.Paulo.

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