Representantes de cerca de 75 países discutirão os desafios da segurança hídrica entre hoje (16) e sexta-feira na cidade do Rio de Janeiro para a 13.ª Cúpula Mundial das Bacias Hidrográficas 2026.
Organizado pela Rede Internacional de Organismos de Bacia (RIOB) e pela Secretaria de Estado do Ambiente e da Sustentabilidade do Rio de Janeiro, o evento visa promover a colaboração e soluções inovadoras para uma segurança hídrica sustentável.
A Cúpula Mundial das Bacias Hidrográficas é um dos principais fóruns globais sobre gestão integrada de recursos hídricos, e esta edição reunirá representantes de governos, organismos de bacia, instituições financeiras internacionais, agências da ONU, centros de pesquisa e especialistas.
A programação conta com debates e estudos de caso sobre soluções relacionadas à segurança hídrica, adaptação às mudanças climáticas, governança da água e resiliência dos territórios.
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Os desafios para conciliar o desenvolvimento urbano, costeiro e rural com segurança hídrica também é outro assunto previsto na programação, assim como discussão sobre uso de dados para monitoramento.
Na quinta-feira, o Brasil assumirá a presidência Rede Internacional de Organismos de Bacia, até então presidida pela França.
Já na sexta-feira, a organização do evento promoverá visitas técnicas à Estação de Tratamento de Água do Guandu, a maior estação de tratamento de água do mundo, além de visitas à Baía de Guanabara e mananciais históricos do Rio de Janeiro.
O evento de quatro dias no Rio de Janeiro servirá também como preparação para a próxima Conferência das Nações Unidas sobre a Água, a ser realizada em Abu Dhabi em dezembro deste ano.
Entre as autoridades brasileiras no evento estão ministros e secretários estaduais ligados à área de segurança hídrica, diretores da Agência Nacional de Água e representantes de bacias hidrográficas de diferentes regiões do país.
Entre as autoridades de Portugal confirmadas no evento está o presidente Agência Portuguesa do Ambiente (APA), José Carlos Pimenta Machado, segundo a organização.
Ainda entre os participantes de língua lusófona está também o diretor de Energia da Direção-Geral dos Recursos Naturais e Energia de São Tomé e Príncipe, Gabriel Lima Maquengo.