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Retorno da cidade em 2020 vai refletir mudanças impostas pelo vírus
A voz de Frank Sinatra cantando “New York, New York” pode ser ouvida de uma janela na rua em que estou hospedada, pontualmente às 19h, quando a cidade presta homenagem aos profissionais de saúde, aplaudindo e batendo panelas.
A metrópole da letra que diz “eu quero acordar numa cidade que não dorme”, pelo menos nesta vizinhança, está cochilando há quase três meses.
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