O reforço operacional surge numa fase em que os dados disponíveis indicam um agravamento significativo da situação no terreno, com mais ocorrências e maior extensão de área consumida pelas chamas do que no ano anterior.
As autoridades admitem que o dispositivo está agora sob pressão acrescida, procurando responder a múltiplos focos ativos e a condições meteorológicas adversas, num contexto em que o risco de incêndio se mantém elevado em grande parte do território continental.
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O reforço envolve meios humanos e materiais adicionais, com o objetivo de aumentar a capacidade de resposta rápida e de contenção das frentes de fogo, sobretudo nas regiões mais afetadas.
A evolução dos indicadores reforça a preocupação das entidades responsáveis, que alertam para a necessidade de manutenção da prontidão operacional elevada ao longo das próximas semanas críticas do verão.