Segundo a governante, são necessários 61,6 mil milhões de meticais (824 milhões de euros) para responder às carências no ensino primário e outros 12,4 mil milhões de meticais (162 milhões de euros) no ensino secundário, com o objetivo de descongestionar turmas e melhorar o rácio aluno-professor em todos os distritos do país. A situação é particularmente crítica no ensino primário, onde se registam mais alunos por turma.
Samaria Tovela recordou que, em abril, cerca de 10.500 turmas continuavam a ter aulas ao ar livre, um problema que classificou como grave. As províncias mais afetadas são Cabo Delgado e Nampula, no norte, Zambézia, no centro, e Maputo, no sul, embora o fenómeno se verifique em todo o território.
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“Estamos a trabalhar e a investir prioritariamente onde os problemas são mais acentuados”, afirmou a ministra, sublinhando que a expansão da rede escolar é essencial para garantir melhores condições de ensino e aprendizagem no país.