O arguido, de 49 anos, de acordo com o Ministério Público, é juiz e colocado, à data dos factos, na então 8.ª Secção da Sala dos Crimes Comuns do Tribunal Provincial de Luanda, actual Tribunal de Comarca de Belas, e terá utilizado as suas funções para ordenar operações bancárias fraudulentas, em benefício próprio e de terceiros.
A acusação sustenta que José Lourenço Pereira actuou em concertação com outros indivíduos, actualmente em fuga, para retirar valores de contas de clientes em bancos comerciais, recorrendo a ofícios e procedimentos considerados enganosos. “O juiz, réu solto, cometeu os crimes de abuso de poder, burla por defraudação e de peculato.