“Fui ao banco várias vezes e as pessoas disseram-me para trazer a titular da conta para levantar o dinheiro depositado em nome dela. Mesmo dizendo que estava morta, não me ouviram e insistiram para que a trouxesse ao banco. Cavei a campa e retirei o seu esqueleto como prova da sua morte”, contou Jeetu Munda aos meios de comunicação social.
O incidente ocorreu depois de o banco ter exigido a certidão de óbito da irmã de Munda, documento necessário para processar o levantamento legalmente. Quando os funcionários se recusaram a processar o levantamento sem a certidão, Munda, que o banco alegou estar embriagado, colocou os restos mortais da irmã em frente à agência para comprovar a sua morte.