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Este crime mantém, assim, uma tendência de crescimento e, em 52% dos casos, existia uma relação de conhecimento ou familiar entre agressor e vítima, sendo os arguidos maioritariamente homens (97,9%) entre os 21 e os 40 anos, enquanto as vítimas são na sua maioria mulheres (90,3%), na casa dos 21 aos 30 anos.