Segundo avança o jornal Hoje Macau, a obra foi atribuída a um consórcio formado por três empresas do Interior da China: a CCECC (Macau) Companhia de Construção e Engenharia Civil China, Limitada, a Companhia de Fomento Predial Nam Kwong Limitada e a China Railway 16th Bureau Group Co. Ltd – Macau Representative Office.
O contrato prevê um prazo de execução de 960 dias, ou seja, mais de dois anos e meio, para a conclusão dos trabalhos. A estação ES1 da Linha Leste localiza-se no lado sudeste do posto fronteiriço das Portas do Cerco. A ligação pedonal, com cerca de 80 metros, tem como objetivo “facilitar a deslocação” entre a estação do metro e a fronteira.
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De acordo com a explicação da DSOP, o acesso será construído na atual zona de estacionamento para autocarros turísticos das Portas do Cerco, recorrendo a uma passagem superior para peões.
A adjudicação direta e o elevado custo da obra levantam questões num contexto em que grandes projetos de infraestruturas continuam a ser entregues sem concurso público, um modelo que tem gerado debate em Macau sobre transparência e controlo da despesa pública.