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Chefe do Executivo define cinco expetativas à Associação Comercial de Macau

O Chefe do Executivo, Sam Hou Fai, destacou a necessidade de consolidar a integração de Macau no desenvolvimento nacional e de reforçar a contribuição do setor industrial e empresarial para a prosperidade da região e da China

Sam Hou Fai dirigiu-se aos empresários para mobilizar o setor a apoiar a integração com o desenvolvimento nacional e a diversificação económica, durante o jantar de Primavera da Associação Comercial de Macau realizado na quinta-feira, em Macau.

O apelo surge num momento de retoma económica e de impulso às ligações com a Zona de Cooperação Aprofundada entre Guangdong e Macau em Hengqin, depois de orientações transmitidas por Xi Jinping sobre o alinhamento com o 15.º Plano Quinquenal e o novo plano quinquenal regional.

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No encontro, o governante enunciou cinco expectativas dirigidas ao setor industrial e comercial para que este:

Defenda firmemente o princípio “Um país, Dois sistemas”; impulsione a diversificação económica; lidere investimentos e cooperação na construção integrada da zona com Hengqin; contribua para a harmonia social através de boas práticas laborais e responsabilidade social; e promova o desenvolvimento e a empregabilidade da juventude, apoiando talentos e iniciativas inovadoras.

Sam Hou Fai começou por agradecer o contributo dos empresários para a recuperação estável da economia e para os avanços na diversificação económica e na integração com Hengqin, sublinhando que essas conquistas resultam do esforço conjunto de toda a sociedade.

Referiu que o Governo se alinhará proativamente com o 15.º Plano Quinquenal nacional e planeia o 3.º Plano Quinquenal da região, pedindo ao tecido empresarial que participe ativamente no planeamento estratégico e na implementação de iniciativas que façam da Região uma plataforma de maior qualidade para abertura ao exterior.

Acerca do princípio “um país, dois sistemas”, reiterou apoiar a governação legal da RAEM de acordo com a lei, vincular o desenvolvimento empresarial à prosperidade de Macau e contribuir para a segurança nacional e estabilidade social.

Sobre a diversificação, pediu que o setor reforce o espírito empreendedor, identifique oportunidades nas políticas públicas e participe no desenvolvimento das indústrias “1+4”, contribuindo para transformar Macau numa “centro, plataforma e base” económica.

Quanto a Hengqin, apelou a um maior investimento integrado, à atração de empresas de qualidade e à mobilização de recursos que potenciem o desenvolvimento conjunto da região administrativa e da zona vizinha.

Na vertente social, encorajou práticas de diálogo e cooperação laboral para manter relações de trabalho harmoniosas, bem como o cumprimento ativo das responsabilidades sociais pelas empresas.

Por fim, sublinhou a necessidade de criar mais oportunidades para os jovens, através de formação, estágios e apoio a iniciativas empresariais, de modo a preparar uma nova geração capaz de competir nos palcos regionais e nacionais.

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