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Chefe do Executivo quer continuar a ouvir a população sobre Metro Ligeiro de Macau

O Governo está a promover uma consulta pública sobre o planeamento futuro do Metro Ligeiro e quer recolher contributos da população e dos diversos setores da sociedade para definir o traçado das próximas linhas

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O Chefe do Executivo, Sam Hou Fai, afirmou este domingo que o Governo está a recolher opiniões públicas no âmbito do “Estudo estratégico para o desenvolvimento do Metro Ligeiro de Macau”, apelando à participação ativa dos diferentes setores da sociedade para que o planeamento do sistema tenha em conta a conjuntura atual da cidade e o seu desenvolvimento a longo prazo.

O governante defendeu que as contribuições da população serão determinantes para aperfeiçoar o traçado das futuras linhas e orientar decisões sobre uma das principais infraestruturas de transporte da cidade.

Falando à comunicação social após visitar a feira de flores e de produtos alusivos ao Ano Novo Chinês, na Praça do Tap Siac, o responsável começou por apresentar felicitações de Ano Novo aos profissionais da comunicação social e à população de Macau.

Sobre o planeamento do Metro Ligeiro, Sam Hou Fai sublinhou que o Executivo atribui “elevada atenção” ao sistema de transporte, recordando que, após decisão do Conselho Executivo para a realização de uma consulta pública sobre o traçado das linhas, o secretário para os Transportes e Obras Públicas, Raymond Tam, e a sua equipa promoveram várias sessões de recolha de opiniões. O objetivo é continuar a ouvir a sociedade através de diferentes canais.

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Segundo o Chefe do Executivo, a proposta preliminar em consulta baseia-se num estudo realizado por uma empresa de consultoria, após investigação sobre a realidade de Macau, e procura responder às necessidades futuras de desenvolvimento sustentável da região.

Reconhecendo que projetos de grande escala e com longos períodos de construção geram opiniões divergentes, Sam Hou Fai considerou essencial aprofundar a consulta pública. O governante apelou à população para participar ativamente no debate, afirmando que as contribuições servirão como referência importante para aperfeiçoar o planeamento da rede.

Questionado sobre a qualidade da habitação económica na Zona A dos Novos Aterros, o Chefe do Executivo recordou que, desde 2023, o prazo de garantia dos novos empreendimentos de habitação social foi fixado em três anos, mantendo-se em cinco anos a garantia relativa à impermeabilização.

De acordo com Sam Hou Fai, sempre que os problemas resultem de defeitos de construção e ocorram dentro do período de garantia, os empreiteiros são obrigados a efetuar as reparações gratuitamente, conforme previsto nos contratos.

Relativamente às queixas sobre pregos de aço expostos nas frações, as autoridades verificaram tratar-se de uma situação anterior à ocupação das habitações. Os materiais eram ferramentas usadas em trabalhos de reparação e foram retirados, tendo as paredes sido posteriormente corrigidas.

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