O estudo revela uma crescente abertura ao trabalho transfronteiriço e destaca que, até novembro do ano passado, o número de residentes empregados em Hengqin ultrapassou os 6.000, um aumento de 13% face a 2024.
Apesar desta tendência, 57% dos inquiridos afirmam querer continuar a viver e trabalhar em Macau, defendendo a FAOM que o Governo mantenha a prioridade dos residentes no acesso ao emprego e reforce o combate ao trabalho ilegal.
A federação alerta, contudo, para os obstáculos enfrentados por quem opta por trabalhar do outro lado da fronteira, como o reconhecimento de qualificações, as diferenças fiscais, a segurança social e a adaptação das famílias.
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A FAOM defende ainda mais apoios à requalificação profissional, programas de estágios e incentivos ao regresso de trabalhadores mais velhos ao mercado de trabalho.
O deputado Leong Sun Iok manifestou também preocupação com o impacto da inteligência artificial no emprego, propondo mecanismos de monitorização e inspeções nos setores que recorrem mais a esta tecnologia para evitar despedimentos.