O produto encontrava-se repartido em contentores de mil litros e em diversos frascos.
O grupo sob suspeita, composto por cidadãos nacionais e estrangeiros, adquiriu empresas licenciadas para o comércio por grosso, importação e exportação de produtos químicos e detergentes. Depois, “conhecendo as falhas e vulnerabilidades do sistema de fiscalização e controlo de exportações destes produtos em Portugal, aproveitou-se e diligenciou pelo envio de vários milhares de litros para mercados ilícitos em todo o mundo, utilizando documentação e certificados falsificados”, explicou esta quinta-feira a PJ.
A investigação da PJ começou há cerca de três meses, em articulação com a Autoridade Tributária e Aduaneira.
Além da droga da violação, os inspetores também encontraram em Ourique centenas de frascos vazios, preparados e etiquetados, prontos para entrarem no mercado sob outras designações. Os indivíduos estavam a exportar o produto estupefaciente como sendo produto de limpeza. Nas buscas também foram apreendidas “centenas de rolos e rótulos autocolantes para rotular os frascos como sendo produtos de limpeza”.
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