A mulher, de 51 anos e operária têxtil, foi condenada pelo crime de morte e maus-tratos a animais de companhia, que o tribunal considerou agravado por se ter tratado de “um ato especialmente cruel”.
A arguida foi ainda condenada na pena acessória de privação do direito de detenção de animais de companhia por um período de dois anos e meio.
Em causa a gata Ariel, que em setembro de 2022, com apenas dois meses, foi adotada por uma família de Barcelos.
Em novembro do mesmo ano, a filha da arguida meteu inadvertidamente no forno, que estava ligado, a gata, provocando-lhe queimaduras de segundo e terceiro graus na cara, orelhas, dorso, patas e cauda.
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