Um novo ataque maciço russo contra infraestruturas energéticas ucranianas deixou esta terça-feira, 20 de janeiro, parte de Kiev sem eletricidade, água e aquecimento, numa altura em que as temperaturas na capital rondam os 12 graus negativos.
Na capital ucraniana há “um número significativo de edifícios residenciais sem aquecimento”, de acordo com o presidente ucraniano. “É importante que o mundo não fique em silêncio perante isto”, sublinhou Volodymyr Zelensky numa mensagem partilhada nas redes sociais.
Segundo informaram o presidente da câmara de Kiev, Vitali Klichkó, e o chefe da administração militar da região da capital, Timur Tkachenko, a margem oriental do rio Dniepre – que divide a cidade em duas – foi a mais afetada pelo bombardeamento.
Segundo a Reuters, que cita autoridades regionais, uma pessoa morreu na área metropolitana de Kiev.
Durante as primeiras horas da madrugada, antes de os responsáveis divulgarem os primeiros balanços, a Força Aérea ucraniana já tinha alertado, através do seu canal no Telegram, que veículos aéreos não tripulados (“drones”) e mísseis balísticos se dirigiam para a capital.
Segundo o presidente ucraniano, o “ataque russo envolveu um número significativo de mísseis balísticos e de cruzeiro”, além de “mais de 300 drones”.
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