Início » Economia de Macau em 2026 prevê-se “estável e positiva”

Economia de Macau em 2026 prevê-se “estável e positiva”

A Associação Económica de Macau prevê um crescimento gradual para este ano, impulsionada pelo setor do turismo e lazer.

Plataforma

O presidente da Associação Económica de Macau (AEM) e o autor do estudo, Joey Lao, antecipa “forte resiliência” no setor de turismo e lazer, contribuindo assim para o crescimento da economia em 2026.

A AEM prevê um aumento das actividades de promoção do mercado turístico e o enriquecimento contínuo dos produtos destinados aos turistas, bem como a “crescente diversidade” de visitantes na região. Destaca ainda que o desenvolvimento da indústria será beneficiado por políticas relevantes do Governo.

O próximo Ano Novo Lunar e outros períodos festivos irão impulsionar “directamente o número de chegadas de visitantes, a taxa de ocupação hoteleira e as receitas brutas do jogo, consolidando assim ainda mais as bases para a estabilidade económica global”, gerando picos de fluxos de visitantes, segundo a análise do também deputado à Assembleia Legislativa.

Leia também: Especialistas perspetivam desafios no crescimento da economia de Macau em 2026

Contudo, a AEM prevê dificuldades na exploração de comércio por parte das empresas locais, destacando que “no meio de transformações socioeconómicas, os persistentes desequilíbrios de desenvolvimento e as mudanças profundamente complexas no ambiente empresarial resultaram num panorama económico misto”.

A onda de encerramentos dos casinos-satélites no final do mês passado provocou desassossego entre o público sobre uma eventual crise operacional das lojas e restaurantes, visto que muitos tinham o seu negócio dependente dos jogadores de casinos.

O Governo garantiu apoio prestado aos comerciantes afetados, nomeadamente nas zonas do NAPE e ZAPE, através da organização de eventos temáticos durante as festividades.

Leia também: Comerciantes do ZAPE pedem suspensão de encerramento de casinos satélite

Na opinião de Joey Lao, em termos da procura interna de Macau, a confiança dos consumidores entre os residentes locais ainda não recuperou totalmente, o que poderá limitar a recuperação a curto prazo nos sectores do retalho, da restauração e dos serviços relacionados.

O economista avisa que ainda há necessidade de aumentar o número de visitantes internacionais, representando apenas 6,6% do total de chegadas a Macau durante os primeiros 11 meses do ano passado, de acordo com a sua análise.  “A proporção continua relativamente baixa e o desequilíbrio persistente mostra riscos de volatilidade para as actividades turísticas locais durante os períodos de menor afluência”.

Contate-nos

Meio de comunicação social generalista, com foco na relação entre os Países de Língua Portuguesa e a China

Plataforma Studio

Newsletter

Subscreva a Newsletter Plataforma para se manter a par de tudo!

Uh-oh! It looks like you're using an ad blocker.

Our website relies on ads to provide free content and sustain our operations. By turning off your ad blocker, you help support us and ensure we can continue offering valuable content without any cost to you.

We truly appreciate your understanding and support. Thank you for considering disabling your ad blocker for this website