No arranque da terceira conferência de apoio dos Chineses Ultramarinos ao desenvolvimento da iniciativa “uma Faixa, Uma Rota”, Tai Kin Ip sugere «uma integração aprofundada entre os recursos das comunidades chinesas no estrangeiro e as indústrias de Macau», como finanças, tecnologia e turismo-cultural, para impulsionar abertura do país.
Para isso, diz o secretário, o Governo da RAEM está a trabalhar no «aperfeiçoamento do sistema de apoio político e na optimização do ambiente de negócios».
A meta é «proporcionar uma garantia mais sólida» para que empresários e líderes chineses da diáspora tragam investimento e desenvolvam negócios em Macau. Para Tai Kin Ip, a estratégia passa por ajudar as empresas do Interior da China a expandirem-se para os mercados internacionais e atrair depois investidores a estabelecerem-se em Macau e Hengqin.
O secretário vincou ainda que estas acções seguem as diretrizes nacionais, em especial a proposta de expansão de alto nível da abertura do país ao exterior, de forma a criar um novo cenário de cooperação e benefício mútuo.
O objetivo final, afirmou, é o de «ajudar a construção de ‘Uma Faixa, Uma Rota’ a ganhar uma ‘aceleração’ no desenvolvimento de alta qualidade».
A 3.ª Conferência de Apoio dos Chineses Ultramarinos ao Desenvolvimento de Alta Qualidade da Iniciativa “Uma Faixa, Uma Rota” 2025 reúne em Macau cerca de mil convidados de 80 países e regiões.