O BNU revelou em comunicado lucros líquidos não auditados de 315,3 milhões de patacas entre janeiro e setembro, um registo que aponta para uma redução de 128,9 milhões de patacas face ao período homólogo anterior.
No entanto, o banco diz que a qualidade dos ativos mantém-se sólida, suportada por práticas conservadoras de concessão de crédito e por uma robusta margem de provisões.
O rendimento líquido de juros, referente ao retorno de investimentos depois da dedução de impostos e taxas, também caiu 16,2 por cento no período em análise para 631,3 milhões de patacas. O banco atribuiu isto à evolução das taxas de juro.
O BNU revelou que a redução da margem financeira líquida foi parcialmente compensada por um aumento de 3,8 por cento das comissões líquidas para 68,9 milhões de patacas, mais 2,5 milhões de patacas face aos primeiros nove meses de 2024.
Os custos operacionais do BNU neste mesmo período do exercício corrente totalizaram 323,9 milhões de patacas, representando também aqui um aumento de 3,4 por cento.
O volume de negócios continuou a crescer, o crédito concedido atingiu 26,21 mil milhões de patacas, mais 3,6 por cento, diz o comunicado do BNU.
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