Segundo os dados provisórios da Secretaria Geral do Ministério da Administração Interna, 48 mulheres foram eleitas nas 308 presidências de câmara do país (15,68%), um aumento face aos 9% verificados nas eleições autárquicas de 2021.
Na opinião da professora de Direito Administrativo Eva Macedo, este “é um resultado positivo, sobretudo porque infletiu a trajetória descendente que se tinha verificado em 2021”, quando houve uma descida de um ponto percentual (tinham sido 10% nas eleições de 2017).
“No entanto, isto não é um resultado animador e eu tenho até algum receio que se cavalgue esta subida como sendo uma vitória que já faça não haver sentido, não haver necessidade de se pugnar pela paridade”, alerta a professora de Direito Administrativo na Universidade Portucalense.
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