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“Foi mais fácil para os governos dos países que não reconheciam a Palestina terem os seus nacionais a sair primeiro, o caso de Itália”, apontou Marcelo Rebelo de Sousa, que respondia a perguntas dos jornalistas, na Universidade Lusófona, em Lisboa.
Segundo o chefe de Estado, o ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben-Gvir, teve “uma reação muito a quente em relação, no fundo, aos nacionais de países que tinham reconhecido o Estado Palestiniano”, mas também houve “muitos problemas” no acolhimento dos detidos porque “não havia uma estrutura preparada para acolher tanta gente”.
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