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A organização da flotilha disse que os participantes “relataram várias formas de maus-tratos e agressões por parte dos guardas prisionais” na prisão de Ketziot, no deserto do Negev, no sul de Israel.
Na plataforma de mensagens Telegram, o grupo alertou ainda para a “falta de acesso a água potável” e que “medicamentos estão a ser retidos”.
A flotilha continua “a receber atualizações” da organização não governamental Adalah Lawyers, responsável pela defesa dos “voluntários raptados em águas internacionais e detidos ilegalmente em prisões israelitas”.
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