Em Itália, diversos protestos e marchas ocorreram na noite de quarta-feira, após a notícia da interceção. Em Nápoles, os manifestantes entraram na estação de comboios da Piazza Garibaldi e andaram sobre os trilhos.
A União Sindical de Base (USB) e a Confederação Geral Italiana do Trabalho (CGIL) convocaram greves gerais para a sexta-feira, dia 3 de outubro. “Não é apenas um crime contra pessoas indefesas, mas também é grave que o Governo italiano tenha abandonado os trabalhadores italianos em águas internacionais abertas, violando os nossos princípios constitucionais”, argumentou a CGIL.
“Defender a Flotilha Global Sumud significa defender a liberdade, a paz e a dignidade do trabalho e dos povos. Significa dizer basta ao genocídio na Palestina e exigir o fim imediato do cerco, da ocupação, dos abastecimentos militares e do comércio com Israel”, defendeu a USB.
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