As dúvidas foram levantadas na última reunião da Câmara de Lisboa, no seguimento dos esforços para compreender o que motivou a tragédia. Entretanto a investigação continua, com elementos da Polícia Judiciária, da PSP, da Carris e do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários a deslocarem-se, na quarta-feira à noite, ao local, para fazer perícias e recolher o que resta do cabo do ascensor.
Na terça-feira, à saída da reunião privada extraordinária da Câmara de Lisboa, que contou com a presença do presidente da Carris, o vereador socialista Pedro Anastácio considerou, em declarações à agência Lusa, que é necessário esclarecer a decisão de adjudicar um contrato de manutenção em 2022 a um preço inferior ao valor base, que era de 1,728 milhões
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