Por isso, os 40 táxis atribuídos a Macau continuam em operação, sendo que os prazos de validade destas licenças irão estar em vigor até 2028.
Os dois territórios falam até de aumentar o número de táxis a operar na Ponte sobre o Rio do Delta.
A notícia do prolongamento das licenças destes táxis que circulam na Ponte de Hong Kong-Zhuhai-Macau surge depois da suspensão da operação por quase três anos. Na altura, a interrupção do serviço foi motivada pela drástica redução do número de passageiros durante o período pandémico, entre 2020 e 2023.
Numa resposta assinada pelo Diretor dos Serviços para os Assuntos de Tráfego, Chiang Ngoc Vai, a uma interpelação escrita do deputado Lei Leong Wong está ainda escrito que Macau e Hong Kong estão a analisar ativamente o aumento do número de quotas. O objetivo, lê-se no documento, é o de facilitar ainda mais a marcação e utilização deste serviço por parte dos passageiros.
Lei Leong Wong diz que com a implementação da política de circulação de veículos particulares entre Hong Kong e Macau, muitos motoristas profissionais afirmam que existem “veículos sem a devida licença de aluguer” a operarem tanto com matrículas de Macau como com matrículas de Hong Kong.
De acordo com os dados do Corpo de Polícia de Segurança Pública, em 2024, registaram-se 110 autuações por ausência de licença. Isso leva o deputado a concluir que esta situação prejudica as oportunidades de emprego dos motoristas locais.
No primeiro semestre deste ano, o CPSP detetou 27 casos de “veículos que serviram como táxi sem alvará” em diversas zonas de Macau.
Atualmente, a quota atribuída a este serviço é de 100 carros (60 são para Hong Kong e 40 para Macau).
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