O deputado argumenta que a implementação do ensino do português e do espanhol deve ser feita ao nível básico nas escolas públicas e nas escolas subsidiadas, para que os alunos possam, desde pequenos, desenvolver as capacidades bilíngues e até trilingues.
Isso fará, diz, que o papel de Macau se consolide “como plataforma entre a China e os Países de Língua Portuguesa”.
“Ao mesmo tempo, é necessário incentivar as escolas a criar programas-piloto de ensino multilingue, explorando o modelo de ensino trilingue em inglês, português e mandarim, e apoiando a abertura de cursos para o ensino de línguas não predominantes, como o francês, o japonês e o coreano”, rematou.
Leia mais em Rádio Macau