Os agentes de elite conhecidos como ilegais apagaram o passado russo, criaram novas identidades e novas vidas. Operações como esta já foram desmanteladas várias vezes, incluindo nos Estados Unidos da América, mas no Brasil o objetivo não era espiar o país, mas conseguirem tornar-se brasileiros.
Uma investigação do jornal norte-americano The New York Times descobriu que, com as novas identidades, esses agentes seguiam depois para a Europa, Estados Unidos da América e Médio Oriente.
Em 2022, o brasileiro Viktor Muller Ferreira candidatou-se a um estágio no Tribunal Penal Internacional (TPI), a instituição que iria investigar os alegados crimes de guerra russos na Ucrânia. Antes de Muller Ferreira começar a trabalhar, os serviços secretos dos Países Baixos foram alertados pelos Estados Unidos e pelo Brasil de que afinal ele era um membro da inteligência militar russa e chama-se Sergey Vladimirovich Cherkasov.
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