De acordo com dados da Administração Geral das Alfândegas, as importações chinesas a partir dos países lusófonos atingiram 139,7 mil milhões de dólares, uma queda anual de 5,27%, enquanto as exportações da China para os PLPs foram de 85,48 mil milhões de dólares, um aumento de 16,46%.
Em dezembro de 2024, as trocas comerciais entre a China e os PLPs totalizaram 16,59 mil milhões de dólares, uma queda anual de 20,61%. Desse total, a China importou 9,85 mil milhões de dólares dos países lusófonos, uma diminuição anual de 32,14%. Já as exportações chinesas foram de 6,75 mil milhões de dólares, um aumento anual de 5,57%.
No ano de 2024, o Brasil manteve-se como o maior parceiro comercial lusófono da China, registando negócios totais no valor de 188,17 mil milhões de dólares, uma alta anual de 3,7%. O Brasil importou da China 72,08 mil milhões de dólares, 21,9% a mais do que no ano anterior. Por sua vez, o Brasil exportou para a China 116,09 mil milhões de dólares, uma queda anual de 5,2%.
Em segundo lugar ficou Angola, com o comércio bilateral a totalizar 20,89 mil milhões de dólares, uma queda anual de 9,4%. Desse valor, Angola comprou 3,24 mil milhões de dólares da China, uma diminuição anual de 21,7%, enquanto exportou para a China 17,64 mil milhões de dólares, 6,7% menos do que no ano anterior.
Na terceira posição ficou Portugal, com o valor das trocas comerciais com a China a subir 6,6% anualmente para 9,28 mil milhões de dólares, dos quais 6,11 mil milhões de dólares corresponderam a importações portuguesas da China e 3,17 mil milhões de dólares a exportações portuguesas para a China, aumentando anualmente 5,5% e 8,9%, respetivamente.
O comércio entre a China e Moçambique diminuiu 5,7% em termos anuais, totalizando 5,19 mil milhões de dólares no período. Em detalhes, Moçambique importou da China 3,38 mil milhões de dólares, uma queda anual de 8,9%, e exportou para a China 1,81 mil milhões de dólares, um aumento anual de 1,0%.
Plataforma com Xinhua