Para Roberto Azevêdo, presidente de operações internacionais da Ambipar e ex-diretor-geral da OMC (Organização Mundial do Comércio), não houve grandes diferenças em relação ao que o americano vinha falando desde que tomou posse, na segunda (20), ou mesmo na campanha.
Mas Azevêdo classificou como positiva a mudança de tom de Trump em relação à China, ao declarar que quer encontrar uma maneira de se relacionar com o país e que ele e Xi Jinping, o dirigente chinês, têm afinidade. O risco de uma guerra comercial entre China e EUA foi um dos temores alimentados ao longo da semana por empresários e banqueiros.
Outro alto executivo brasileiro que participa do Fórum mas pediu para comentar sem ter seu nome publicado apontou que não houve arroubos no discurso de Trump, mas tampouco as dúvidas foram sanadas. Para ele, é preciso esperar para ver quais promessas e ameaças serão concretizadas.
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