Na saída da reunião, defendeu enfaticamente a anistia aos golpistas de 8 de janeiro de 2023 e a ele próprio, que está inelegível devido a duas decisões da Justiça Eleitoral. “Foi um julgamento político [a inelegibilidade] e estamos buscando maneiras de desfazer isso aí. A prioridade nossa é o pessoal que está preso, eu sou o segundo plano”, afirmou Bolsonaro.
Após derrotas e questionamento à sua liderança no campo conservador nas eleições, o ex-presidente disse também não enxergar a hipótese de uma direita sem ele. “Já tentaram varias vezes, não conseguiram”, afirmou.Ao ser questionado diretamente se colocou a sua própria anistia como condicionante ao apoio a Alcolumbre e Motta, ele negou, mas disse que há acordos que são feitos apenas cara a cara, sem formalização.
“Não tem condicional nenhuma. Tem certos, acordos, não vou enganar vocês, que a gente faz no tête-à-tête, não tem nada escrito, nem passa para fora. O que a gente quer é solução.”
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