O requerimento foi apresentado pelo advogado Adriano Squilacce imediatamente antes do início da reprodução das declarações. Depois de a sessão ter estado interrompida durante cerca de meia hora para que o pedido fosse apreciado por todas as partes, a presidente do coletivo de juízes, Helena Susano, rejeitou a solicitação e ordenou que a reprodução das declarações se iniciasse de imediato.
A magistrada salientou que, quando foi então inquirido, Ricardo Salgado foi advertido que, “não exercendo o direito ao silêncio”, as suas declarações poderiam vir a ser usadas no processo, incluindo na eventualidade de ser julgado na ausência. A juíza-presidente acrescentou que, neste contexto, se transformam em “prova documental” sujeita à apreciação do tribunal.
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