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Quase 12 anos depois do “arpocalipse”, apelido no exterior para o alto nível da poluição no início de 2013, o ar em Pequim está distante da fumaça espessa e escura e do cheiro de metal, como recordam moradores da capital chinesa. Respirar com dificuldade era uma realidade quase cotidiana e semelhante, embora por outros motivos, ao que boa parte do Brasil tem vivido sob efeito de queimadas e da seca.
À época, entre outras medidas desesperadas, autoridades municipais chegaram a apelar às pessoas que não usassem fogos de artifício no Ano-Novo chinês, naquele mês de fevereiro.
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