A menção de Lula a um possível novo pleito foi inicialmente noticiada pelo jornal Valor Econômico e confirmada pela Folha. O ditador Nicolás Maduro foi proclamado reeleito pouco depois da eleição de 28 de julho, mas o resultado é amplamente questionado pela oposição e por líderes regionais.
Um grupo de países, inclusive o Brasil, tem pressionado o regime para que divulgue as atas que comprovariam a lisura do pleito, o que não havia ocorrido até esta terça-feira (13) Segundo relatos de participantes da reunião, que ocorreu na última quinta (8), Lula afirmou que o resultado das eleições não poderia ser aceito sem a prova de que elas foram limpas.
Do contrário, disse o presidente, Maduro teria de convocar um novo pleito ou seria eternamente chamado de ditador. Ainda na reunião ministerial, Lula disse que conversaria com os presidentes do México, Andrés Manuel López Obrador, e da Colômbia, Gustavo Petro, sobre a situação em Caracas —assessores tentaram organizar uma ligação na segunda (12), mas ela não aconteceu.
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