Eleições na Europa. PS é favorito, mas vantagem sobre a AD é cada vez mais curta

O PS de Marta Temido leva vantagem na corrida ao Parlamento Europeu, mas está em perda (30,6%), enquanto a AD de Sebastião Bugalho está a crescer (26,6%), de acordo com uma sondagem da Aximage para o DN, JN e TSF. O Chega mantém o terceiro lugar, mas também perde gás (15,5%). Seguem-se IL (7,5%), BE (6,3%), Livre (5,2%), CDU (3,5%) e PAN (1,6%).

por Gonçalo Lopes

À entrada para a última semana de campanha das europeias, e ainda que os socialistas continuem a ser os favoritos, nada está decidido. Há vários indicadores que apontam para a incerteza do resultado. Desde logo, a margem de erro, que é de mais ou menos 3,5%. Significa isto que o pior resultado possível do PS (27,1%) fica abaixo do melhor que se projeta para a AD (30,1%). Mas há outros dados a ter em conta: uma sondagem é sempre uma fotografia do passado e, neste caso, o trabalho de campo já decorreu entre 17 e 22 de maio. Acresce que havia 8% de indecisos.

No entanto, e se os resultados que a sondagem da Aximage projeta se confirmarem nas urnas, teremos três partidos em estreia no próximo Parlamento Europeu: o Chega, que poderá eleger até quatro deputados, a Iniciativa Liberal e o Livre, ambos com um deputado. Ao contrário, a CDU ficaria de fora (em 2019 elegeu dois). O PS teria oito (agora são nove), a AD somaria seis (o PSD elegeu seis e o CDS um em 2019) e o BE um (atualmente são dois).

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