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Um documento escrito à mão encontrado no sofá de Aretha Franklin foi considerado um testamento válido que determina os desejos da falecida ‘Rainha do Soul’, segundo um júri de Michigan, informou o jornal local Detroit Free Press nesta terça-feira (11).
Conhecida por valorizar sua privacidade, Franklin não deixou um testamento formal quando faleceu em 2018, aos 76 anos de idade. Mas documentos escritos à mão descobertos posteriormente em sua casa em Detroit alimentaram uma disputa entre seus quatro filhos ao longo dos anos.
Os documentos de difícil leitura parecem distribuir bens, incluindo imóveis, joias, casacos de pele, equipamentos de som e royalties musicais para os membros de sua família.
Um deles, datado de 2010, foi descoberto em um armário trancado. Outro, redigido quatro anos depois, foi encontrado sob as almofadas do sofá.
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