Jair Bolsonaro passa de estrela da direita a material tóxico em três meses

por Gonçalo Lopes

O presidente do Partido Liberal (PL), a formação que hospeda Jair Bolsonaro desde o ano passado, dizia em fevereiro desejar ardentemente que o ex-presidente voltasse dos Estados Unidos para liderar o quanto antes a oposição ao governo de Lula da Silva. Nos primeiros dias de março, entretanto, Valdemar Costa Neto já confidencia a aliados que prefere mantê-lo longe do Brasil para que a sucessão de escândalos que se abateu sobre ele não contagie o PL.

Em causa, sobretudo, o caso das joias sauditas. Em outubro de 2021, o então ministro das Minas e Energia de Bolsonaro trouxe de visita oficial a Riade um estojo com joias, no valor de três milhões de euros, destinado, segundo o regime de Mohammed bin Salman, à primeira-dama Michelle. Na alfândega, o presente foi descoberto dentro da mochila de um assessor do ministro e retido até pagamento de 50% do seu valor, ao abrigo da lei, conforme revelou o jornal O Estado de S. Paulo.

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