O mistério que envolve o casal britânico McCann obriga-nos a recuar no tempo até maio de 2007, ano em que Kate e Gerry McCann passaram férias no empreendimento turístico Ocean Club, na praia da Luz, no Algarve. Nessa altura, Madeleine estava prestes a completar quatro anos e na noite do dia 3 de maio, a menina loira dos olhos azuis desapareceu. A bomba caiu em Portugal e no Reino Unido e rapidamente foram reunidos esforços para encontrar a criança.
À medida que lutavam em contrarrelógio, a Polícia Judiciária (PJ) ia colocando todas as hipóteses em cima da mesa, a que prevaleceu durante mais tempo foi a de Gonçalo Amaral, antigo inspetor da PJ de Portimão, que liderou as investigações iniciais do caso. Gonçalo Amaral acredita que Kate e Jerry McCann são os principais suspeitos do desaparecimento de Maddie e aponta para uma morte acidental, simulação de rapto e ocultação de cadáver.
As investigações portuguesas e britânicas resultaram numa mão cheia de nada e, apesar da longa lista de suspeitos, nunca ninguém foi preso, acusado ou condenado e muitas pistas ficaram por seguir. A verdade nunca viu a luz do dia e as incertezas continuam a exigir que algumas portas do passado sejam abertas. Mas quase nunca as respostas conduziram a resultados e até aos dias de hoje nada se sabe sobre o paradeiro de Madeleine McCann.
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