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O secretário-geral do PS insistiu, esta segunda-feira, na necessidade de “preservar a estabilidade financeira” do país, considerando que seria impossível apoiar empresas e famílias em 2022 com a dívida que herdou do último governo social-democrata.
“Estamos determinados, não obstante todo o esforço que estamos a fazer para apoiar empresas e famílias, a continuar a reduzir a nossa dívida”, assinalou o líder do PS e primeiro-ministro.
