Com lotação esgotada e vários convidados ilustres nas bancadas do Pavilhão Multiusos de Gondomar, o duelo arrancou repleto de cautelas defensivas mútuas e com equilíbrio patente na zona central da quadra, sendo desbloqueado aos 12 minutos pelas anfitriãs.

Portugal falhou este domingo, 3 de julho, pela segunda vez seguida a conquista do Europeu de futsal feminino em Gondomar, ao perder nos penáltis frente à campeã Espanha, por 4-1, após 2-2 no tempo regulamentar e 3-3 no prolongamento da final.
Um ‘bis’ de Ale de Paz anulou os golos lusos de Ana Azevedo e Pisko e levou o encontro para o prolongamento, fase em que María Sanz ainda adiantou a ‘roja’, numa vantagem desfeita por Pisko, forçando a decisão através de conversões da marca dos seis metros.
Leia também: Zicky, as origens do menino humilde estrela do futsal
A eficácia das espanholas Peque, Amelia Romero, Mayte e Irene Córdoba aliou-se às defesas da guarda-redes de Silvia Aguete perante Ana Azevedo e Ana Pires, de nada valendo o castigo máximo de Carla Vanessa, para frustração da formação das ‘quinas’.
Portugal, que desaproveitou três livres de 10 metros no prolongamento, voltou a perder uma final com a Espanha, três anos depois da derrota em 2017 (4-0), numa edição em que a Ucrânia alcançou a medalha de bronze, ao derrotar horas antes a Hungria (2-1).
Com lotação esgotada e vários convidados ilustres nas bancadas do Pavilhão Multiusos de Gondomar, o duelo arrancou repleto de cautelas defensivas mútuas e com equilíbrio patente na zona central da quadra, sendo desbloqueado aos 12 minutos pelas anfitriãs.
Leia também: Futsal: Sporting e Benfica na luta pelo trono europeu
Depois de ter perdido dois duelos apenas com a guarda-redes Silvia Aguete pela frente, Ana Azevedo desarmou Irene Córdoba e partiu em contra-ataque para a baliza da ‘roja’, descobrindo na direita Fifó, que devolveu a bola à capitã para o primeiro golo da tarde.
A formação de Luís Conceição sacudia com êxito a pressão inicial da ‘roja’, que sentiu dificuldades para destapar os espaços onde costuma ser letal – à exceção de uma ‘mancha’ de Ana Catarina ante María Sanz -, voltando a ameaçar por Carla Vanessa.