A crise continua – Veja o PDF - Plataforma Media

A crise continua – Veja o PDF

PDF 387

PDF: Versão Integral do PLATAFORMA às sextas-feiras nas bancas em Macau

2022:

2 – Pandemia: Cenário otimista do Governo pressupõe que não haja novos surtos

0 – Hong Kong: Reabertura com Macau pode colmatar a queda da receita VIP

2 – Junkets: O maior impacto será na sociedade e não nas operadoras

2 – Hengqin: A Zona de Cooperação não vai resolver nada a curto prazo

Manchete: Pandemia, Hengqin e junkets: o que esperar de Macau em 2022

Outros destaques nesta edição:

Guilherme Rego – Escreve esta semana sobre os tempos contrubados que se vivem em Macau. Aborda ainda os desafios da cidade, nomeadamente a diversificação económica, a pandemia e o setor dos junkets. Reflete também sobre a necessidade de um planeamento sustentável e concreto, de modo a acelerar a recuperação económica da região.

Editorial: Silêncio ensurdecedor

Paulo Rego – Escreve esta semana sobre as eleições legislativas em Hong Kong, que contou apenas com candidatos patriotas. Compara também as práticas democráticas da China com as que foram implementadas no tempo colonial britânico e português. Enfatiza ainda o papel impotente de Macau em relação às diretrizes do Governo Central.

Sinais: Afogados na narrativa

Maria do Carmo Piçarra, investigadora com obra feita sobre o cinema colonial, revelha detalhes da sétima arte durante o Estado Novo e como Macau era usado pela propaganda do regime. 

Destaque: “Macau está a ser filmado por locais pela primeira vez”

O Brasil possui todos os recursos para ser dos primeiros no mundo a atingir a neutralidade de carbono e liderar na transição energética. Contudo, tem de haver mudanças radicais no modelo de negócios, defende António Bernardo, presidente da consultora internacional Roland Berger.

Destaque: Brasil tem potencial para ser líder na neutralidade de carbono

Académicos locais discutem a influência do Mandarim em Macau e perspetivam o futuro do Cantonês, num momento em que o Conselho de Estado chinês definiu que, até 2025, pretende que 85 por cento da população chinesa domine a língua franca do país. 

Destaque: Macau em Mandarim

Leia a edição anterior do PLATAFORMA em: Os sete ofícios de Hengqin – Veja o PDF

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