Tap Seac e Oficinas Navais acolhem arte contemporânea

Tap Seac e Oficinas Navais acolhem arte contemporânea

Duas exposições, com 81 obras de 22 artistas de 9 países. “Abraço na Diversidade” e “Simbiose”, são duas mostras que se tocam na partilha de visões contemporâneas com obras de artistas chineses e de países de língua portuguesa

Dois blocos geográficos, uma língua vanguardista. Estão em exibição duas exposições de arte contemporânea que entre a Galeria do Tap Seac e o Centro de Arte Contemporânea de Macau – Oficinas Navais N.º 1 celebram a expressão artística moderna de artistas oriundos de países de língua portuguesa e criadores Grande Baía de Guangdong – Hong Kong – Macau.

As mostras compõem os dois lados da Exposição Anual de Artes entre a China e os Países de Língua Portuguesa.

Perto do local onde, reza a lenda, os portugueses atracaram em Macau pela primeira vez, o Centro de Arte Contemporânea de Macau – Oficinas Navais N.º 1 acolhe a mostra “Abraço na Diversidade” até 31 de Dezembro de 2021, onde vão estar expostas 36 obras/conjuntos de arte contemporânea com linguagens artísticas que incluem pintura, instalação, fotografia, escultura e vídeo.

No total, o centro de arte contemporânea recebe obras de 17 artistas da lusofonia. A representar Portugal a mostra reúne trabalhos de Catarina Castel-Branco, Diogo Muñoz, Isabel Nunes, João Santa-Rita, Nuno Nunes-Ferreira, Rita GT e Sarah Ferreira. De Angola chegam obras de Ana Silva e Keyezua, e do Brasil para Macau vem a visão de Fernanda Lago.

A “delegação” artística de Cabo Verde é composta por trabalhos da autoria de Abraão Vicente, David Levy Lima e Euclides Eustáquio Lima. 

Timor-Leste, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe são representados por um artista cada, a saber, Ino Parada, Nú Barreto, Gonçalo Mabunda e Kwame Sousa, respectivamente. 

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