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Produção de algodão em Angola pode alcançar auto-suficiência

Mil camponeses vão dar início, a partir de Janeiro de 2022, à produção em larga escala de algodão no perímetro da Baixa de Cassanje, na província de Malanje e com o pólo Agro-Industrial de Quizenga garantirem, em quatro anos, a auto-suficiência na produção nacional.

O investimento aplicado para o sucesso desta iniciativa é de 55 milhões de dólares, segundo informação avançada pelo presidente do Conselho de Administração do Investimento e Participações (IEP), empresa de direito angolano, vencedora do concurso para a gestão da Nova Textang II, em Luanda.

Jorge Amaral explicou, sexta-feira, durante uma visita de jornalistas, que a empresa importa, mensalmente, mil toneladas de algodão ao Tchad e Nigéria, com um gasto mensal de 2.500 dólares por tonelada.Todavia, disse, têm já preparada uma encomenda de 25 toneladas de fios de tecido para exportar a Portugal no próximo mês.


Níveis de produção

A fábrica Textang II tem, actualmente, uma produção mensal de mais de 100 mil metros de tecido de diversos tipos e cores, suportada por 180 trabalhadores. Prevêem aumentar para 370 e alargar de um para três turnos de trabalho, numa primeira fase. Depois disso, projectam operar 24/24horas.

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