Cimeira da CPLP: do acordo de mobilidade à proposta de um banco de investimento - Plataforma Media

Cimeira da CPLP: do acordo de mobilidade à proposta de um banco de investimento

Angola assumiu a presidência da comunidade, mas ao contrário do que é habitual o sucessor só será anunciado dentro de 15 dias, à espera das eleições em São Tomé e Príncipe. Costa, que fez 60 anos, teve direito a uma festa especial.

Os chefes de Estado e de Governo dos nove estados-membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que junta cerca de 300 milhões de pessoas, assinaram ontem, no final da cimeira de Luanda, um acordo de mobilidade. “Um marco histórico”, segundo o novo secretário-executivo da CPLP, o antigo chefe da diplomacia timorense, Zacarias da Costa, que é preciso implementar. Este é um dos desafios do biénio da presidência angolana da organização, sendo que esta quer também apostar no novo pilar económico e social. Ao contrário do habitual, não foi anunciado no final da cimeira que país sucederá a Angola.

“Temos ainda um caminho a percorrer, precisamos de trabalhar na definição das formas de tornar realidade a materialização faseada, mas efetiva desta vontade aqui manifestada e que reflete a vontade dos nossos povos”, disse o presidente angolano, João Lourenço, sobre o acordo de mobilidade que constitui o ponto alto da cimeira. “Isso permitirá que milhões de cidadãos dos nossos países beneficiem de forma concreta dos ganhos e vantagens da pertença a uma comunidade que se expande por países de quatro continentes, com formas próprias de vida e de expressão cultural e artística”, acrescentou.

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