Filipe Martins, conselheiro internacional do Planalto que estava em sessão no Senado Federal, nega intenção mas o caso junta-se a um histórico de uso de códigos neonazis no atual governo brasileiro
Um assessor de Jair Bolsonaro foi acusado de fazer um gesto supremacista branco em sessão do Senado Federal ao fim da tarde de quarta-feira, 24 de março. Filipe Martins, conselheiro especial para assuntos internacionais, juntou o polegar e o indicador, estendeu os três dedos restantes e movimentou-os de baixo para cima, gesto associado a extremistas. O senador Randolfe Rodrigues, do Rede, solicitou que Martins fosse levado para fora da casa pela polícia legislativa. O assessor de Bolsonaro negou a intenção e ameaçou de processo quem o acusou.