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A redução face ao último mês do ano passado ficou a dever-se tanto ao setor público como ao privado, de acordo com o Banco de Portugal.
O endividamento da economia portuguesa – famílias, empresas e Estado – recuou no primeiro mês deste ano face a dezembro de 2020, quando atingiu o máximo histórico.
“Em janeiro de 2021, o endividamento do setor não financeiro situou-se em 743,7 mil milhões de euros, dos quais 341,6 mil milhões de euros respeitavam ao setor público e 402,0 mil milhões de euros ao setor privado”, refere o supervisor.
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